O esporte na veia: Impressões sobre Primeiro e Único




Olá gente boa! Desta vez contamos com a valiosa contribuição da minha amiga Michele Lima, que carinhosamente contribuiu com nosso blog deixando sua impressões em primeira mão sobre Primeiro e Único, da Emily Giffin, livro que recebemos de nossa parceira Editora Novo Conceito. Espero que gostem tanto quanto eu do texto da Mih. Abraço forte!
Eu nunca tinha lido nada da autora Emily Giffin, foi a primeira vez e a primeira impressão foi que o livro daria um bom filme, só não sei se a autora escreveu já pensando nisso.
O livro começa de uma maneira leve e envolvente, mas quando percebi o rumo da história acabei levando um choque, confesso! Principalmente porque só lendo a sinopse a gente não tem muita ideia do que esperar!

É engraçado que a relação de Shea e o treinador de futebol americano Clive Carr é evidentemente a relação de uma fã com seu ídolo! Carr é o pai da melhor amiga de Shea, Lucy, é o homem que a viu nascer, capaz até de ter trocado suas fraudas, então pra mim é mais do que compreensível a reação de Lucy ao perceber que sua amiga estava interessada em seu pai. Sinceramente teria ficado bem atordoada!


Porém, é importante ressaltar que o pano de fundo dessa história toda é o Futebol Americano e o amor de Shea pelo esporte, que tem tudo a ver com o fato do capitão Carr ser o treinador mais importante de todos os tempos na cidade onde eles moram. Gostei de acompanhar a importância do esporte na vida dos personagens e até mesmo o certo desprezo de Lucy pelo Futebol Americano. Afinal, ela teve os pais envolvidos nisso até o pescoço e teve que dividi-los com o time de futebol. Lucy é a típica garota que fez tudo pra chamar a atenção dos pais. Aliás, o livro começa justamente com o enterro da mãe de Lucy, mulher do treinado Carr. Por Lucy ser honesta, sincera, super leal a quem ela gosta, acabei me identificando com a personagem, bem mais até do que com Shea.

Apesar de não ser fã de Futebol Americano, mas apenas do nosso futebol, eu terminei o livro querendo entender tudo sobre o esporte! A emoção de uma partida, a pressão psicológica, tudo é muito bem mostrado no livro. Bem como os desafios de ser uma jornalista, principalmente esportiva. Shea precisa lidar com sua paixão e a parcialidade, o que não é nada fácil. Além de ter que lidar com envolvimentos amorosos também complicados!


Enfim, Emily Giffin me agradou bastante, com uma narrativa super fluida, gostosa de acompanhar, com personagens bem complexos e bem desenvolvidos. Talvez em uma aula de critica literária fosse possível discutir a questão da ausência do pai de Shea e se sua idolatria a Carr não influenciou de certo forma seus sentimentos. Eu sempre pensei se esses jogadores de futebol fossem um simples garçons essas fãs apaixonadas estariam ainda apaixonadas por eles! Porém, deixando de lado a questão Freudiana da coisa, Emily acerta em cheio em um bom romance!

Michele Lima.

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Este livro foi gentilmente cedido pela nossa parceira: 


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