A Mais Pura Verdade


Mês passado recebi uma cortesia da Editora Novo Conceito, um presente de boas vindas, já que o #doqueeuleio firmou parceria com a editora. O pacote incluía três lançamentos, e entre eles o livro A Mais Pura Verdade, do autor americano Dan Gemeinhart. Em outro post, deixamos nossas primeiras impressões acerca da amostra que recebemos em primeira mão, antes do lançamento oficial, agora após a leitura do livro completo, eis minhas impressões:
Dan narrou a história de Mark, um garoto com doença terminal, que cansa de ser protegido do mundo pela sua família, e decide partir em busca de realizar um sonho que planejou com seu falecido avô: escalar uma montanha, mais precisamente o Monte Rainer, então o garoto foge de casa.
Mark então planeja minuciosamente cada passo, e as maneiras de desviar os outros de seu caminho, até conseguir alcançar a região do monte. O menino leva em sua mala algum dinheiro, pouca comida, uma câmera fotográfica analógica, e seu cachorro Beau. Enfrenta alguns problemas no caminho, e encontra boas e más pessoas na jornada.
A narrativa de Dan é fluida, e (como já é característica da Novo Conceito) a tradução é acessível, agradável de se ler. Percebi na obra muitos pontos positivos e um único ponto negativo, que falarei adiante.
A história aborda fé em si mesmo, desejo de superação, perseverança e amizade (personificada na melhor amiga de Mark, a Jess, e no cachorro Beau) Acredito que a etapa que inclui a jornada final da história é a melhor parte, inclusive com os jogos que o autor faz entre um capítulo e outro, nos fazendo acreditar que tudo está perdido... O ponto negativo é o cachorro (podem jogar as pedras em mim) Sim, ele mesmo. Não é que eu não goste de animais, eu adoro, mas, apesar de ter um papel importante, o cachorro Beau é por demais enaltecido durante a história inteira, às vezes até mais do que os humanos. Eu particularmente, se tivesse escrito o livro, teria substituído ele e sua importância, pela menina Jess. Como eu disse, adoro animais, mas sempre preferi os seres humanos.
No tocante a qualidade do livro, A Mais Pura Verdade tem uma capa caprichada, com cores fortes, e desenhos minimalistas (algo que está muito na moda e eu adoro), e com cores semelhantes a pintura a dedo, além de ser bastante chamativa, também característico de livros voltados para a literatura juvenil. Há detalhes na capa que você só vai entender quando chegar ao epílogo do livro.
Por fim, retifico que A Mais Pura Verdade é um livro gostoso, e que recomendo. Te faz pensar se realmente lutamos pelos nossos sonhos ou se vivemos no comodismo, esperando a morte chegar. Faz refletir sobre o valor da amizade verdadeira, e se ela ainda existe, e mais que tudo, faz ver que existe esperança, mesmo quando tudo parece perdido. De toda forma, não recomendo nenhuma criança com câncer a fugir de casa e tentar escalar uma montanha! kkkk

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Esse livro foi uma cortesia da nossa parceira:

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